Além de temas
dos alunos, o laboratório têm 4 projetos principais registrados no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq

O Laboratório ACESIN é coordenado pela Professora Aniela Improta França ( LATTES / Orcid / ResearcherID / Loop / Google Scholar), membro da pós graduação em Linguística da UFRJ; e pela Professora Marije Soto ( LATTES / Orcid ).

1.Disfunções de linguagem
Este é um grupo de pesquisa sobre o impacto de síndromes cognitivas como apraxia de fala na infância, Síndrome de Myhr, Autismo, Síndrome de Williams e TDL (transtorno de desenvolvimento da linguagem) na cognição de linguagem infantil e adulta. Até o presente momento o grupo deu origem a quatro teses de doutoramento e uma dissertação de mestrado além de duas dissertações em andamento. Firmamos também parceria com um grupo da UERJ para estudar a síndrome de Williams e os dois tipos de PP e outra parceria na Johns Hopkins University nos Estados Unidos para estudar cegueira e linguagem.

Pesquisadores

    • Aniela Improta Franca (UFRJ)
    • Emily Silvano da Silva (Johns Hopkins U)
    • Marije Soto (UFRJ)
    • Marina Rosa Ana Augusto (UERJ)
    • Pedro Guimarães Coscarelli (UERJ)
    • Renata Martins de Oliveira (UERJ)
    • Renata Teixeira da Vitória Libotti (CAP-UERJ)

     

2. Cérebro Infantil: Aquisição de Linguagem e outras cognições
Embora, a partir de informações de uma grande quantidade de dados sobre bebês, já tenhamos ultrapassado muitos aspectos do debate clássico sobre nature versus nurture, ainda estamos iniciando o detalhamento dos mecanismos neurais subjacentes ao desenvolvimento da linguagem, como também estamos só no início da compreensão da fisiologia dos períodos críticos que facilitam o desenvolvimento dessas e de outras cognições relacionadas. Este Grupo de Pesquisa – Cérebro Infantil: Aquisição de Linguagem e outras cognições estuda como os bebês aprendem novas palavras e estruturas rapidamente, como generalizam o aprendizado e como usam tudo isso depois na fala. Além disso estudamos como os bebês usam a linguagem para descobrirem mais sobre o mundo que os circundam. As pesquisas que implementamos no Laboratório ACESIN usa técnicas não invasivas de monitoração do olhar, do comportamento e da eletricidade cortical dos bebês. Nesse Grupo de pesquisas também trabalhamos com as Línguas Impossíveis.
Pesquisadores
    • Aniela Improta Franca (UFRJ)
    • Alex de Carvalho (U. Paris)
    • Marije Soto (UFRJ)
    • Aleria Lage (UFRJ)
    • Stefanie Martin (IFSP)
3. Laboratório ACESIN: psico-neurofisiologia da linguagem

A psicofisiologia da linguagem envolve a integração complexa de processos psicológicos, redes neurais e sistemas fisiológicos que permitem aos seres humanos produzir, compreender e processar a linguagem. Embora os modelos mais antigos se concentrassem em regiões cerebrais distintas, como as áreas de Broca e Wernicke, a compreensão moderna enfatiza um sistema mais complexo e distribuído, envolvendo regiões corticais e subcorticais interconectadas. É importante entender melhor como a informação linguística é armazenada e organizada na mente e a arquitetura dedicada e arrumada também em extensas redes em todo o córtex, e não apenas algumas áreas localizadas.

Apesar das novas abordagens que estão entre nós há cerca de duas décadas, muitos dos desafios substanciais da área só agora estão se tornando claros. Contudo o foco dos últimos anos tem sido em trabalhos sobre organização temporal, e neles há papel potencial das oscilações corticais. Tal mecanismo em nível de implementação sugere que o novo desafio computacional de segmentar a fala natural em oscilações elétricas é o objetivo a ser seguido.

Pesquisadores
    • Aniela Improta Franca (UFRJ)
    • Thiago Oliveira da Motta Sampaio (UNICAMP)
    • Marije Soto (UFRJ)
    • Aleria Lage (UFRJ)
    • Juliana Novo Gomes (U. Porto, Portugal)
4. Neurofisiologia dos Mecanismos de Aprendizagem Cultural II
Um desafio para as ciências cognitivas contemporâneas é o de colocar em teste empírico questões fundamentais para a caracterização dos meandros da cognição humana, frente ao contexto social em que o homem se encontra inserido. Dentre os pontos de interesse, talvez o que possa causar maior impacto para o Brasil de hoje seja entender os processos cognitivos que subjazem à alfabetização de crianças e de adultos. Alfabetizar por completo todos os cidadãos é o grande desideratum da nação, frente à preocupante classificação do Brasil no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). O esforço para dirimir o fracasso educacional neste país carrega valor agregado intangível para conscientização e cidadania da nossa população, e é neste campo, através do viés interdisciplinar da linguística, neurociência e psicologia, que o objetivo principal desse grupo que se ancora no LER (Laboratório de encefalografia e rastreamento ocular) e associados.

Pesquisadores

    • Aniela Improta Franca (UFRJ)
    • Alex de Carvalho (U. Paris)
    • Marije Soto (UFRJ)
    • Juliana Novo Gomes (U. Porto, Portugal)
    • Carolina Diamantino (Aluna de graduação escrevendo monografia –Teste em powerpoint)